quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Capítulo II

Aline baixou a cabeça, desprendeu-se da mão dele e,num tom contrariado,disse:
-- Tudo bem, não quer vir,fazer o que né! Se a minha companhia não te agrada...
Mas,ao girar o corpo para dar as costas a ele e sair,Felipe a segurou mais uma vez pelo braço e disse:
-- Quem disse que a tua companhia não me agrada? Gostei muito de você! Onde é esse tal lugar? Me leva lá!
Ao ouvir essas palavras,Aline mudou o semblante para um alegre,aproximou-se dele e o abraçou e em seguida lhe deu mais selinho e disse:
-- Obrigada amor!
Em seguida pegou-o pela mão esquerda e foi o conduzindo,indo na frente,apressadamente, até os fundos do estabelecimento, onde no canto,à esquerda, havia uma escada de degraus reta. Subiram também apressadamente, viraram à esquerda de novo e andaram até uma porta velha de madeira que havia no final do corredor à direita. Lá, Aline tirou uma chave do decote e abriu a porta. Felipe ficou olhando para dentro do cubículo sem saber o que fazer.

No cubículo em questão não havia nada além de uma cama de solteiro e uma lâmpada pendurada por um fio,que Aline acendeu esticando o braço esquerdo para dentro. Uma luz fraca iluminava o local. Aline agarrou-o fortemente por trás, beijando seu pescoço, as duas mãos em seu abdômen, a esquerda descendo,quase alcançando o pênis e disse:
-- Entra aí amor!
Entraram agarrados. Com a mão direita Aline fechou a porta com a chave enquanto que a outra mão permanecia agarrada ao corpo dele,beijando seu pescoço mais uma vez enquanto o prensava contra a porta. Virou o corpo dele em direção ao seu,e o beijou violentamente, como se quisesse sugar algo de dentro dele. Em seguida,parou e,olhando nos olhos dele,disse:
-- Tira minha roupa,vai! Me possua,como se eu fosse sua mulher,vai meu homem!
E,num movimento violento,Felipe a arrastou para a cama e a derrubou ali,beijando-a enquanto isso e continuando na cama.

Aline tirou seu top e,como já estava sem sutiã,já estava com os seios à mostra,que iam sendo chupados,lambidos e beijados por ele. Em seguida,desabotoou-o seu short e puxou o fechecler para baixo,tirando-o à custo,já que Felipe estava com o corpo bem colado ao seu. Então,Felipe puxou o short dela até os pés e o tirou, deixando-a completamente nua,já que ela estava sem calcinha também. Entre uma peça e outra que ela havia tirado,Felipe já havia tirado sua camisa,entre uns beijos, chupões e lambidas e outros e já havia tirado também o cinto. Aproveitou então para tirar a calça jeans e a cueca,jogando-os num canto qualquer,assim como havia feito com o short dela para também ficar completamente nu ali. Já não havia mais nenhum obstáculo entre eles...

Aline e Felipe beijavam-se,chupavam-se,mordiam-se,arranhavam-se e pegavam-se intensamente, loucamente. A essa altura ele já estava com o pênis ereto, encostando na vagina dela. Então, ao ouvido dele,Aline disse:
-- Coloca essa piroca na minha xoxota,vai!
E pegou o pênis dele e introduziu na sua vagina. Aline segurava a cabeça dele pela parte de trás com força, forçando-a para baixo,enquanto ele introduzia e tirava o pênis da vagina dela. Olhava-o nos olhos. Até que... Resolveu tirar o pênis dele lá de dentro. Nesse momento ele ejaculou fortemente. O esperma parou quase na altura dos seios dela. Então, cada um deitou-se de costas, ambos olhando para o teto. Felipe suspirou:
-- Ufa!
E Aline:
-- Foi a melhor foda da minha vida!
Virou-se de lado em direção a ele, deu-lhe um selinho e perguntou:
-- Foi pra você, meu lindo?
-- Foi ótimo!
Disse Felipe,com um sorriso de contentamento, antes de beijá-la mais uma vez e abraçá-la. Levantou-se,foi até a sua calça jeans e puxou um pequeno smartphone de um dos bolsos. Então,voltou para a cama e sentou-se,colocando a cabeça dela em seu colo e,com a outra mão, começou a acariciar seus cabelos,enquanto ela permanecia pensativa,e ele mexia no aparelho. Então, perguntou:
-- Amorzinho,você pode me dar seu zap?
Aline olhou para cima,em direção aos seus olhos,assustada,e perguntou:
-- Meu zap? Pra quê?
E ele:
-- Pra te adicionar aqui!
-- Hum,não sei não...

domingo, 4 de outubro de 2020

Visualizações dos meus blogs 31/12/2019

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Capítulo I

Entrou no estabelecimento, olhou rapidamente ao redor, viu que havia poucas pessoas e dirigiu-se ao pequeno balcão, onde atrás havia uma pequena garota com trejeitos masculinos atendendo. Felipe sentou-se num dos bancos em frente a um freezer com várias bebidas e com um gesto com a mão direita chamou a atendente que lhe atendeu sem a menor boa vontade:
-- Fala!
Felipe apontou para umas cervejas que estavam na parte superior do freezer e pediu:
-- Quero aquela cerveja ali. É quanto?
-- Oito reais!
Felipe tirou um maço do bolso direito com várias notas de real de todos os valores,separou os oito reais e entregou à atendente,que os pegou rápida e violentamente. Em seguida,pegou a tal cerveja do freezer e a colocou no balcão, na frente dele e perguntou:
-- Mais alguma coisa senhor?
-- Arruma um canudo por favor.
Entregou o canudo a ele e se retirou para o final do balcão.

Enquanto sorvia vagarosamente sua bebida pelo canudo,uma mulher se aproximou dele e se sentou ao seu lado esquerdo. Morena,baixa,aproximadamente 1,55 m,quadris largos,seios fartos,cabelos pretos e longos,alcançando as costas,coxas grossas,usava um shortinho jeans e um top mostrando bem o seu decote. Antes de se sentar,tocou no ombro direito dele e perguntou:
-- Oi gato! Pode me pagar uma bebida? Tô cheia de sede!
Felipe demorou a responder. Sem olhar diretamente para o rosto dela,perguntou:
-- Que que tu bebe?
-- Pode ser uma cerveja também. Vou te acompanhar!
Fazendo um gesto com a latinha na mão, Felipe pediu mais uma cerveja para a atendente,que lhe atendeu prontamente:
-- Mais uma dessa,por favor!
Tirou mais uma vez o maço de dinheiro do bolso direito,separou os oito reais e entregou a atendente,que lhe entregou a cerveja,que por sua vez entregou à mulher,que abriu rapidamente e foi logo dando um trago. Depois do trago,disse:
-- Nossa,tava com uma sede! Obrigada,viu!
E beijou o rosto dele,quase colando seu corpo dele,que por sua vez,ficou paralisado. No entanto,ela continuou a puxar conversa com ele:
-- Você vem sempre aqui? Nunca te vi por aqui...
E ele,se esforçando para olhar no rosto dela,respondeu:
-- Não, entrei por curiosidade e resolvi tomar uma cerveja.
Para descontrair,brincou com ele:
-- Olha que a curiosidade matou o gato,hein!
E deu mais um trago,encostando a outra mão na perna esquerda dele,que riu timidamente. Perguntou o nome dele:
-- Qual é teu nome?
Felipe olhou rapidamente nos olhos dela e respondeu:
-- Felipe!
E ela,estendendo a mão direita para ele,que a apertou,se apresentou:
-- Aline! É um prazer te conhecer!
E deu mais um trago na bebida.

Apesar da timidez de Felipe,a conversa fluiu bem,graças aos esforços e iniciativas de Aline,que não deixava a conversa morrer. Felipe também era baixo,uns cinco centímetros mais alto que ela,também moreno,magro,mal vestido,barba por fazer,com costeleta,cabelo curto mas feio,sobrancelhas grossas e tinha o andar comprometido,andando sempre mancando. Conversaram sobre inúmeros assuntos,ele sempre falando mais do que ela e muito sobre si; ela,perguntando muito. E,enquanto conversavam,eles bebiam,ela bebendo mais do que ele. Aline tinha trinta e seis anos e Felipe,trinta e sete. Felipe era sócio num barzinho em Vilar dos Teles,onde também morava. Viera do Alagoas,com sete anos de idade,junto com sua família e, aqui no Rio de Janeiro,o pai abriu uma pequena birosca,depois de trabalhar três anos na construção civil,na qual todo mundo trabalhava. Depois,já grande,com os problemas de saúde de seus pais,teve que assumir a birosca, junto com seus quatro irmãos. Então, apareceu Jadir,seu sócio, que comprou as partes deles,por quantias insignificantes,já que,por um motivo ou outro,eles precisavam de dinheiro, menos a dele,é claro, já que ele não havia conseguido. Depois,com um bom capital investido, transformaram aquela birosca num bar que oferecia uma maior gama de produtos. Já Aline morava em Parada de Lucas. Aliás, a idade e onde morava,além de algumas pequenas informações não muito importantes eram as poucas coisas que ele soube dela,que por sua vez soube bem mais coisas dele. Aos poucos Felipe deixava a timidez de lado e interagia mais com Aline,que avançava mais em direção a ele.

-- Se eu tivesse que ter um namorado,teria que ser um assim como você!
Disse Aline,abraçando-o e encostando a cabeça no ombro dele. Felipe ficou um tanto sem graça com a declaração dela e disse:
-- Ah,que isso! Até parece que uma mulher gata como você ia querer um homem feio que nem eu! Deve ter uma fila de caras a fim de você, brigando pra te namorar!
Aline olhou-o nos olhos,ele fugiu um pouco,olhando-a com o canto dos olhos,e disse:
-- Acho que é você que não ia querer namorar uma mulher feia e velha que nem eu! Ia preferir uma garotinha!
Ficaram em silêncio por um segundo. Aline resolveu se despedir:
-- Olha,vou sair,vou te deixar em paz! Obrigado pelas bebidas!
E deu um selinho nele. Mas, ao tentar se afastar,foi segura levemente pelo braço por ele,que com um olhar de suplica pediu:
-- Fica! Vamos conversar mais um pouco!
Aline olhou por um segundo para ele hesitante. Então, chegou bem perto dele e disse em seu ouvido esquerdo,já com ele virado em sua direção:
-- Bora continuar conversando em outro lugar! Tem um quarto lá atrás, lá nos fundos que a gente pode ficar mais à vontade! Bora lá!
Felipe olhava-a assustado,hesitante,sem saber o que fazer,sem saber o que falar. Aline ainda insistiu mais uma vez, pegando na mão esquerda dele:
-- Bora lá! Prometo que não vai se arrepender!
Mas Felipe continuava na mesma hesitação,na mesma dúvida.

25.04.2024

Bananada 133 74,7% R$66,5 45,4% R$15,96 Cocada branca 16 50,0% R$16 10,9% R$5 Cocada preta 30 93,8% R$30 20,5% R$9,38 Pipoca 10 50,0% R$20 1...